segunda-feira, 30 de maio de 2016
domingo, 29 de maio de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Pesquisa sobre estratégias de apropriação do espaço
O que é Parkour?
Parkour, traduzido para o português, é a arte do deslocamento utilizando as habilidades do corpo humano. O princípio é se mover de um ponto para o outro da maneira mais rápida e eficiente possível.
Trata-se de uma prática destinada a superar obstáculos que surgem nas derivas do seu praticante, em zonas rurais ou urbanas.
O que é deriva?
A deriva é um procedimento psicogeográfico que estuda os efeitos do ambiente urbano no estado psíquico e emocional das pessoas que a praticam. Partindo de um lugar qualquer, a pessoa ou o grupo que se lança à deriva deve rumar seguindo uma rota indefinida, deixando que o meio crie seus próprios caminhos.
O que é Flâneur?
Segundo Charles Baudeleire, o criador do termo, flâneur é "uma pessoa que anda pela cidade a fim de experimentá-la". Walter Benjamin completa que o flâneur é um produto da vida moderna e da Revolução Industrial. Ele se tornou o seu próprio exemplo, observou o social e estético durante longas caminhadas em Paris. A percepção do flâneur parece se dar diante daquilo que é passageiro na cidade, se alimentando dessa transitoriedade.
O que é flash mob?
Flash mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas de dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social, notadamente pelas redes sociais digitais.
O que é rolezinho?
Rolezinho é um neologismo para definir um tipo de flash mob ou coordenação de encontros simultâneos de centenas de pessoas em locais como praças, parques públicos e shopping centers. O rolezinho neste último é um fenômeno que tem ocorrido ultimamente no Brasil, principalmente em São Paulo.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Crítica ao objeto e sugestão de aprimoramento
Analisando o objeto do Marcus, pude perceber que ele alcançou um certo êxito, no momento em que seu trabalho abriu a possibilidade de diálogo entre duas pessoas através da comunicação por vibrações. Porém, há uma dose de reatividade presente nessa interação, já que um input gera apenas um output, eliminando então o efeito surpresa no usuário. Assim sendo, o objeto acaba apresentando uma interface causalística com a lógica causa-efeito, se distanciando da interface programática, em que há abertura para o acaso.
Com o objetivo de contribuir para o trabalho mencionado, pensei em fazer a vestimenta de plástico, ao invés de pano, colocando uma mistura de gel e limalha de ferro dentro, como foi usado no trabalho da Flávia. Ademais, o objeto englobaria também a luva de ímãs feita pela Thais. Desse modo, aos usuários mexerem suas mãos perto dos seus respectivos corpos, a limalha de ferro iria começar um movimento orientado, interferindo dos dos lados do objeto. Acredito que, junto com o gel, o efeito ficaria bacana e a interação seria mais rica.
domingo, 15 de maio de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Inhotim

Em uma visita ao Centro de Arte Contemporânea Inhotim, foi proposto que a turma se dividisse em grupos e escolhesse uma galeria do museu onde uma análise mais elaborada do espaço pudesse ser feita. Devido à curiosidade despertada pela fama do lugar, meu grupo escolheu a Cosmococa, instalação de autoria de Hélio Oiticica, grande artista contemporâneo. Ao se observar o prédio do lado de fora, uma sensação de pequenês foi despertada no grupo, devido às grandes dimensões deste e ao material de revestimento: a pedra. Ademais, sua forma perfeitamente geométrica contribuiu para gerar uma construção rígida e pouco harmoniosa, tornando o lugar menos convidativo para as pessoas que passam pela redondeza.
Entrando na galeria, visualizamos uma espécie de hall central com 5 portas que levavam a cômodos diferentes: um com uma piscina no centro contornada por colchonetes; um com colchonetes e travesseiros onde você pode se deitar e lixar as unhas; um com várias redes de balanço; um com um chão de areia ondulado e em partes coberto por balões e um com um chão de espuma e com objetos almofadados espalhados pelo perímetro. Interessantemente, esses cômodos estavam dispostos de maneira não hierárquica, promovendo uma visitação livre de percursos sugeridos pelo espaço. Após uma breve exploração das salas, nota-se que elas permitem a interatividade dos usuários, quebrando com a tradicional ideia de arte expositiva e abrindo portas para uma arte em que as pessoas estão incluídas. Tendo isso em mente, a leitura da descrição da obra foi pouco relevante, na medida que a intenção de Oiticica já tinha sido percebida pelo grupo.
Para finalizar, acreditamos que a obra tenha sido um marco importante na ruptura de um estilo antigo de se fazer arte, porém ela apresenta algumas limitações, como a estrutura pouco convidativa já exposta anteriormente.
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